As vendas de veículos na Argentina apresentaram queda de 12,5% no quadrimestre. De janeiro a abril foram emplacadas 177,3 mil unidades, ante 202,6 mil um ano antes.
Os dados são da Adefa, entidade equivalente à Anfavea daquele país.
Apenas em abril o mercado argentino comercializou 46,3 mil unidades, uma retração de 9,7% na comparação anual. Em relação a março a baixa foi ainda maior, de 12,2%.
Ainda segundo a Adefa a produção voltou a registrar números inferiores. No quadrimestre saíram das linhas de montagem instaladas na Argentina 170,1 mil unidades, queda de 17,6% na comparação com os primeiros quatro meses de 2014.
Em abril, isoladamente, foram fabricados 46,6 mil veículos, retração de 21,2% na comparação anual. Em relação a março, quando foram produzidas 52,3 mil unidades, a queda foi de 10,9%.
As exportações complementam a série de números negativos: de janeiro a abril as remessas chegaram a 81,6 mil veículos, montante 23,6% menor quando comparado ao mesmo intervalo de 2014.
No mês passado as exportações somaram 21,2 mil unidades, representando recuo de 34,6% na comparação anual. Já em relação a março, quando a remessa chegou a 28,5 mil veículos, a baixa foi de 25,7%.
Acordo automotivo – Na última sexta-feira, 8, aconteceu reunião do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MDIC, Armando Monteiro, com representantes da Argentina no Itamaraty.
Segundo nota do MDIC o encontro contou com a presença Ministro da Economia da Argentina, Axel Kicillof, e o chanceler argentino, Hector Timerman, e teve como objetivo debater, de forma ampla, todas as questões que envolvem a pauta comercial dos dois países.
Segundo porta-voz da Anfavea, durante a reunião houve “avanços significativos” quanto à renovação do acordo comercial automotivo de Brasil e Argentina, mas ainda não houve uma definição sobre o assunto. Ainda não há data agendada para um novo encontro que dará andamento ao acordo – o tratado atual vale apenas até 30 de junho.
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